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G1 Santa Catarina Completa seis Anos: Reveja As Notícias Mais Lidas

Organizações E Marcas Nas Mídias sociais: Um Caminho Sem Volta


Por uma semana, na época de réveillon, fui meio que sou grato a permanecer sem internet. Estava numa área remota, onde não havia sinal de smartphone. Só que não foi fácil resistir com a ausência. Por vezes, sentia o aparelho vibrar no bolso, como se tivesse pulado uma notificação do WhatsApp, mesmo quando, na verdade, o aparelho nem por perto estava.


Bem como chegava a refletir ter ouvido o smartphone tocando, mesmo que nem sequer sinal houvesse pra receber chamadas, mensagens ou e-mails “urgentes”. Por diversas vezes, mesmo no meio de alguma trilha remota mata adentro, pegava-me indagando, sozinho: “Será que estou perdendo algum novo meme, alguma nova polêmica, do Facebook? Será que os grupos de WhatsApp estão bombando? Irei permanecer por fora disso tudo?


”. Prontamente desconfiava, contudo esses sintomas certificaram: sofro de nomofobia e de Fomo. http://netacheinainternet36.blog5.net/14873826/os-c-rculos-de-seguran-a-de-simon-sinek-uma-nova-vis-o-sobre-lideran-a síndromes modernas que, brevemente, aposto que serão tidas pela OMS como grandes epidemias globais - dado que, na real, neste instante são. Nomofobia é o termo usado pra escolher quem se viciou em celulares. Fomo, do inglês “fear of missing out”, é o susto de continuar por fora das últimas novidades.


Em meu caso, há duas raízes pra estas moléstias.com que me acometem: redes sociais e e-mails. http://netinternetmais89.blog2learn.com/14584721/como-ampliar-o-tr-fego-de-visitas-no-blog de realmente expressivo, e que exija atenção imediata, chega por mensagens privadas no Instagram ou pela caixa de e-mail; quando nosso universo explode com o objetivo de valer, entende-se logo, e usualmente não pelo universo virtual.




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Mesmo desta maneira, imediatamente contabilizei que chego a tocar pela tela do celular mais de 1 000 vezes num dia; um índice que, pelo o que sinalizam as pesquisas, é assustadoramente normal. Várias, algumas vezes, pego o iPhone, ou Android (qual estiver à mão), para ver que horas são ou pôr um disco pra tocar no Spotify ou no Google Play Music. No entanto, após libertar a tela com meu dedão, o vício me leva a abrir, quase que involuntariamente, a pasta onde guardo os aplicativos de mídias sociais. Numa matéria recente da equipe de Tech de Encontre, da qual sou editor, destacou-se um estudo que garante que o vício em dispositivos eletrônicos, como smartphones e tablets, já é comparável ao em drogas como álcool ou cocaína.


Não apenas pelos fatores comportamentais e sociais, entretanto também (e isto é o que mais espanta) por como o costume, em exagero, afeta a química de nossos cérebros e corpos. Como esta de fazem as drogas. São diversas as resultâncias de tais dependências. Certa vez entrevistei um cara especialista em tão alto grau em viciar as pessoas nas maravilhas tecnológicas, quanto em fazê-las se livrar das mesmas. Tristan Harris adquiriu, primeiro, fama e dinheiro no Vale do Silício fazendo algo muito valorizado por lá: traficando as drogas virtuais.


Como designer, ele era expert em desenhar produtos pra grandes empresas, como o Google, de modo que as pessoas não conseguissem parar de usá-los. “Desde que o homem surgiu, tudo passou a competir pelo nosso tempo, a moeda mais valiosa. https://www.dailystrength.org/journals/acrescentar-visitas-do-site-e-obter-dinheiro-com-o-egrana , Net­flix, Facebook disputam atenção. O que há mais uma vez?


Na primeira vez, o sucesso desses produtos é medido pela quantidade de tempo que eles capturam dos usuários. Tropas de milhares de engenheiros e designers desenvolvem tecnologias capazes de persuadir indivíduos a não largar delas. Por exemplo, se o algoritmo do Facebook joga um vídeo engraçado de um panda em sua timeline, é natural que você se sinta compelido a clicar nele. https://www.dailystrength.org/journals/concreto-dicas-pra-criativos-de-plantao algumas as táticas pra viciar os usuários.


Outro exemplo é a famosa especificação dos 3 cliques, segundo a qual as pessoas necessitam conquistar acessar o que for em computadores, celulares e na internet com somente 3 toques no mouse, ou três dedadas na tela do celular. https://www.minds.com/blog/view/860876662197551104 estratégias iludem as pessoas. Como este fazem os traficantes de drogas com seus compradores. Ou as farmacêuticas com quota de seu público, aquela que consome pencas de remédios ainda que médicos sérios dizem que não há recomendação para tal. Ou seja que é necessário queimar smartphones em praça pública? Não. Eles são úteis. Continue a usá-los. Mas da mesma forma recorre a drogas, como um ótimo uísque ou comprimidos de Advil, sem excesso e de forma muito bem pensada.


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